ANDREZZA RODRIGUES, A BAILARINA QUE BUSCOU NA MÚSICA ESPERANÇA PARA TRATAR A ESCLEROSE MÚLTIPLA

Andrezza Rodrigues ainda não tinha completado 40 anos quando descobriu que tinha esclerose múltipla. Há cinco anos, a jornalista e bailarina se viu desesperançosa diante do diagnóstico da doença degenerativa que ainda não tem cura. A enfermidade afetou a visão e os movimentos de Andrezza, que chegou a ficar dois meses sem conseguir mexer os braços e pernas. A situação, a princípio, a fez perder a vontade de viver, mas, ajudada pelos amigos e pela família, encontrou na música e na dança um novo sentido para enfrentar a batalha.

Andrezza Rodrigues superou os próprios medos para voltar a dançar após o diagnóstico / Divulgação

Ao olhar para suas sapatilhas deixadas em um canto, juntou forças para se recuperar e, quem sabe, voltar a dançar. As primeiras sessões de fisioterapia foram frustrantes, já que a jornalista não conseguia fazer certos movimentos que antes fazia com facilidade. Pouco a pouco, a recuperação veio e Andrezza voltou a dançar ao som de compositores clássicos como Tchaikovsky, autor de obras-primas como “O Lago dos Cisnes”, “A Bela Adormecida” e “O Quebra Nozes “.

“Música para mim é força de vida; é energia positiva, é amor. Eu comecei a paralisar do lado esquerdo e não conseguia dançar. Fui a um neurologista e ele falou que era esclerose múltipla. Quando eu fiquei na cadeira de rodas, comecei a fazer musicoterapia. Ao ouvir música, eu viajava. Com a música, você vai aonde você quiser. Eu fazia muita fisioterapia e a minha fisioterapia acabou virando uma aula de balé. Então eu sempre acreditei que eu ia voltar a dançar”, conta a jornalista, hoje com 42 anos.

Andrezza era bailarina desde os quatro anos. Antes da doença, só havia parado durante a gestação de seu filho. Depois do diagnóstico e das sessões de fisioterapia que a levaram de volta ao balé, ela afirma ter renascido.

“Exercitar o físico é muito bom, mas exercitar a alma com a música é formidável”, reflete.

Andrezza Rodrigues é personagem do documentário “Ensaio sobre a Música“, produzido em parceria entre o Reverb e o Rock in Rio com a produtora La Casa de la Madre. O filme, que tem direção e roteiro de André Castilho e Pedro Miguel de Oliveira, apresenta o poder de transformação da música visto por diferentes espectros sociais.

Assista:

Fonte: https://reverb.com.br/artigo/andrezza-rodrigues-a-bailarina-que-buscou-na-musica-esperanca-para-tratar-a-esclerose-multipla

Notícias Felizes [Arte como remédio: quando um museu pode ajudar na cura de doenças]

Os salões da Belle Époque, no 1º andar do Museu de Belas Artes de Montreal
Imagem: Marc Cramer / Divulgação

Na bilheteria do Museu de Belas Artes de Montreal (MMFA), no Canadá, você pode pagar seu ingresso usando dinheiro vivo, cartão de crédito, de débito, ou uma receita médica.

Em uma ação considerada pioneira no mundo, o museu fez parcerias com médicos da associação Médecins Francophones du Canada, que se registraram no programa para emitir 50 receitas cada um. A prescrição médica é válida como entrada no MMFA para dois adultos e duas crianças, com o objetivo de complementar o tratamento tradicional dos pacientes.

O MMFA é referência mundial quando o assunto é arteterapia — o uso da arte em tratamentos médicos — para os mais diversos casos. Eles indicam visitas para pacientes com diferentes condições, de anorexia a Alzheimer, passando por arritmia cardíaca, problemas de saúde mental e epilepsia.

“É um mundo muito amplo, podemos atuar em muitos espaços”, afirma Maria Alice do Val Barcellos, coordenadora do curso de Arteterapia do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. “Acho importante não invadir o espaço do psicólogo, do psicoterapeuta. Vamos por outro caminho, trabalhando com a arte para que a pessoa possa se encontrar e descobrir algumas coisas sobre ela própria.”

Pavilhão pela Paz Michal e Renata Hornstein do Museu de Belas Artes de Montreal, visto de fora Imagem: Marc Cramer/ Divulgação

O trabalho do arteterapeuta costuma ser indicado por um psicólogo para que o paciente consiga se expressar de uma maneira mais lúdica, e envolve a produção e o consumo de arte em diferentes formas — pintura, música e dança são alguns exemplos.

É importante esclarecer que a arteterapia não é, por si só, considerada um tratamento. A ideia é ser complementar e contribuir com a melhora do paciente. “Não posso afirmar que alguém que esteja com a saúde mental comprometida vai melhorar só com a arteterapia, não podemos passar a imagem de que é mágico”, alerta Barcellos. “Mas temos a chance de ajudar muito, principalmente na prevenção. A arte nos deixa mais soltos, mais perceptivos, mais atenciosos. Ajuda também na memória.”

Pesquisas na área apontam que o uso da arte na saúde é aprovado por pacientes e médicos, além de ter se provado custo-efetivo no Reino Unido para pacientes com depressão. Lá, foi criado em 2014 o All-Party Parliamentary Group on Arts, Health and Wellbeing (Grupo Parlamentar Multipartidário em Artes, Saúde e Bem-Estar, em tradução livre), com o objetivo de melhorar a conscientização sobre os benefícios que a arte pode trazer para a saúde e o bem-estar.

Vitamina de cultura

Na Dinamarca, pelo menos quatro cidades estão testando a chamada Kulturvitaminer. É isso mesmo que o termo parece indicar: vitamina de cultura. O país nórdico está investindo na criação de grupos de pessoas com depressão, que estejam desempregadas ou em licença médica, para consumir cultura juntas.

“Era uma atividade que me tirava de casa, algo que não era uma consulta médica, onde eu era tratado como ‘normal’. Porque eu não sou minha ansiedade, eu sou eu”, disse Jonas Thrysøe, um dos participantes, ao jornal britânico The Guardian.

Mais de 200 pessoas já participaram do programa, que costuma levar os grupos para duas a três atividades culturais por semana, durante dez semanas.

A Dinamarca e o Reino Unido não são os únicos países que investem na arte como “suplemento”. Na Austrália, arte e saúde estão ligadas desde 2013, dentro do Departamento de Comunicações e Artes, pelo National Arts and Health Framework, que tem o objetivo de reunir informações e promover o uso da arte na saúde pública. Suécia e Noruega também são considerados países avançadíssimos nesse quesito.

E no Brasil?

Quando pensamos em arte na psiquiatria, é impossível não lembrar da brasileira Nise da Silveira. Contrária a tratamentos agressivos, como a lobotomia e o eletrochoque da forma como era realizado, ela foi pioneira ao introduzir ateliês de pintura e modelagem na área da terapia ocupacional no Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, na década de 1940. Posteriormente, os trabalhos dos pacientes seriam reunidos no Museu de Imagens do Inconsciente, centro de estudo e pesquisa fundado por Nise em 1952.

Hoje, o Brasil tem ações pontuais que levam a arte à saúde pública. Na cidade de São Paulo, por exemplo, há parcerias entre alguns Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) da Prefeitura — que acolhem e estimulam a reintegração social de pessoas com transtornos mentais — e a Pinacoteca.

Imagem: Acervo Nise da Silveira/Itaú Cultural

Em 2016, Mariana Carvalho Groetares de Castro, terapeuta ocupacional do CAPS Jaçanã/Tremembé, procurou o museu para marcar uma visita guiada aos pacientes a fim de trabalhar habilidades sociais. A visita se transformou em uma parceria duradoura inserida no Programa Educativo para Públicos Especiais (Pepe) da Pinacoteca, criado em 2003.

Os pacientes do CAPS fazem excursões periódicas ao museu, numa prática que ajuda na reintegração social. “Trabalhamos todo um processo que se chama treino de habilidades. Chegar no horário, se organizar, ter contato com dinheiro para pagar o ônibus, usar o transporte público… O objetivo é ocupar novos espaços e entender que o museu é um lugar que ele pode frequentar”, relata Mariana.

Imagem: Divulgação

Na Pinacoteca, os pacientes observam e debatem sobre as obras,fazendo paralelos com suas realidades. “O objetivo maior é questionar: quem tem espaço na arte? Os pacientes passam a ver o museu como um espaço transformador, de integração social”, diz Margarete de Oliveira, analista de educação responsável pelo Pepe. Ela conta que as atividades com retratos e paisagens, por exemplo, fazem os pacientes refletir sobre si mesmos e seus entornos.

Como comprovado no Reino Unido, o investimento em arte por parte do poder público dá retorno inclusive financeiro, evitando gastos extras com saúde.

 

Fonte: https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2019/09/25/arte-como-remedio-quando-um-museu-pode-ajudar-na-cura-de-doencas.htm

Matéria da coluna Patrícia Kogut no jornal O Globo: CORONA VÍRUS: COM ESCLEROSE MÚLTIPLA, ANA BEATRIZ NOGUEIRA REDOBRA CUIDADOS

Ana Beatriz Nogueira não descuida da saúde. Tanto que, desde que foi diagnosticada com esclerose múltipla em sua forma surto-remissão, em 2009, quando fazia “Caminho das Índias”, nunca faltou a um dia de trabalho. Ela mantém hábitos saudáveis, se alimenta bem e faz exercícios regularmente. Em tempos de pandemia de coronavírus, os cuidados redobraram:

– A minha doença é benigna. Perguntei ao médico se o perigo é maior. Ele disse que não, que a chance de contaminação é igual à de todas as pessoas. Mas que quem tem algo crônico, e isso inclui ainda os diabéticos, os portadores de HIV e outros, pode ter mais dificuldade de se recuperar da gripe. Então, vale ficar de olho nos perigos.

Para evitar o contágio, a atriz tem ficado em casa, na Gávea, na Zona Sul do Rio. Mas precisou visitar a mãe, que se acidentou. E não pensou duas vezes.

– Fui de máscara e luvas pela rua. Sei que a máscara não é para quem não está gripado, mas eu prefiro pecar pelo excesso do que ser relaxada. Acho que a ficha de muita gente ainda não caiu. Mas fiquei feliz com a iniciativa da Globo de interromper as gravações das novelas para proteger os funcionários – conta ela, que viverá a mãe de Cauã Reymond na novela “Um lugar ao Sol”.

E encerra:

Eu também lavo a mão 300 vezes e passo álcool em gel outras 300.

Está certa ela, não é?

 

FONTE: https://kogut.oglobo.globo.com/noticias-da-tv/noticia/2020/03/coronavirus-com-esclerose-multipla-ana-beatriz-nogueira-redobra-cuidados.html

Conselho global COVID-19 para pessoas com Esclerose Múltipla

Neste momento, no qual o mundo todo se encontra sob a ameaça do COVID-19 (novo CORONA VÍRUS) e que toda as informações e cuidados são mais do que necessários, importante compartilhar o texto abaixo extraído do site da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla – ABEM – http://abem.org.br

COVID-19 é uma nova doença que pode afetar seus pulmões e vias aéreas. É causada por um novo coronavírus que foi detectado pela primeira vez em pessoas na China em dezembro de 2019 e desde então se espalhou para outras partes do mundo.

Atualmente, não há evidências de como o COVID-19 afeta pessoas com esclerose múltipla (EM). O conselho abaixo foi desenvolvido por neurologistas especializados em Esclerose Múltipla e  especialistas em pesquisa das organizações membros da Federação Internacional de esclerose Múltipla – MSIF **.

Este conselho será revisado e atualizado à medida que evidências sobre o COVID-19 estiverem disponíveis.

Conselhos para pessoas com EM

Pessoas com doenças pulmonares e cardíacas subjacentes e pessoas com mais de 60 anos têm mais chances de sofrer complicações e ficar gravemente doentes com o vírus COVID-19. Este grupo incluirá muitas pessoas vivendo com EM, especialmente aquelas com complicações adicionais de saúde, problemas de mobilidade e aquelas que fazem alguns tratamentos.

Todas as pessoas com EM são aconselhadas a prestar atenção especial às diretrizes para reduzir o risco de infecção com COVID-19. As pessoas idosas com EM, especialmente aquelas que também têm doenças pulmonares ou cardíacas, devem tomar cuidado extra para minimizar sua exposição ao vírus. As recomendações da Organização Mundial da Saúde incluem:

  • Lave as mãos com frequência com água e sabão ou com um sabonete à base de álcool
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca, a menos que suas mãos estejam limpas
  • Tente manter pelo menos 1 metro de distância entre você e os outros, principalmente aqueles que tossem e espirram.
  • Ao tossir e espirrar, cubra a boca e o nariz com um cotovelo ou tecido flexionado
  • Pratique a segurança alimentar usando diferentes tábuas de cortar carne crua e alimentos cozidos e lave as mãos entre o manuseio

Além disso, recomendamos que as pessoas com EM:

  • Evite reuniões e multidões públicas
  • Evite usar o transporte público sempre que possível
  • Sempre que possível, use alternativas para consultas médicas de rotina presenciais (por exemplo, consultas por telefone

Cuidadores e familiares que moram ou visitam regularmente uma pessoa com EM também devem seguir estas recomendações para reduzir a chance de levar a infecção por COVID-19 para casa.

Conselhos sobre Tratamentos para a Esclerose Múltipla

Muitos tratamentos para Esclerose Múltipla funcionam suprimindo ou modificando o sistema imunológico. Alguns medicamentos para a EM podem aumentar a probabilidade de desenvolver complicações por uma infecção por COVID-19, mas esse risco precisa ser equilibrado com os riscos de interrupção do tratamento. Recomendamos que:

  • As pessoas com EM atualmente em tratamento continuam com seu tratamento.
  • As pessoas que desenvolvem sintomas de COVID-19 ou apresentam resultado positivo para a infecção discutem suas terapias com a EM com seu médico ou outro profissional de saúde familiarizado com seus cuidados.
  • Antes de iniciar qualquer novo tratamento, as pessoas com esclerose múltipla discutem com seu profissional de saúde qual terapia é a melhor escolha para seu curso e atividade da doença, tendo em vista o risco de COVID-19 na região

Aqueles que devem iniciar seu traamento, mas ainda não o fizeram, devem considerar a possibilidade de selecionar um tratamento que não reduza células imunes específicas (linfócitos). Os exemplos incluem: interferons, acetato de glatiramer ou natalizumab. Os medicamentos que reduzem os linfócitos em intervalos mais longos incluem alemtuzumabe, cladribina, ocrelizumabe e rituximabe.

  • Os seguintes tratamentos orais podem reduzir a capacidade do sistema imunológico de responder a uma infecção: fingolimode, dimetil fumarato, teriflunomida e siponimod. As pessoas devem considerar cuidadosamente os riscos e benefícios de iniciar esses tratamentos durante a pandemia de COVID-19.
  • As pessoas com EM que estão atualmente tomando alemtuzumabe, cladribina, ocrelizumabe, rituximabe, fingolimode, dimetil fumarato, teriflunomida ou siponimode e que vivem em uma comunidade com um surto de COVID-19 devem isolar o máximo possível para reduzir o risco de infecção.

As recomendações para adiar a segunda ou mais doses de alemtuzumabe, cladribina, ocrelizumabe e rituximabe devido ao surto de COVID-19 diferem entre os países. As pessoas que tomam esses medicamentos e devem receber a próxima dose devem consultar seu profissional de saúde sobre os riscos e benefícios do adiamento do tratamento.

Conselhos sobre o Transplante

O transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas (aHSCT) inclui tratamento quimioterápico intensivo. Isso enfraquece gravemente o sistema imunológico por um período de tempo. As pessoas que foram submetidas a tratamento recentemente devem prolongar o período em que permanecem isoladas durante o surto de COVID-19. As pessoas que devem se submeter ao tratamento devem adiar o procedimento em consulta com seu profissional de saúde.

Conselhos para crianças ou mulheres grávidas com EM

No momento, não há conselhos específicos para mulheres com EM que estão grávidas. Há informações gerais sobre COVID-19 e gravidez no site do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Não há conselhos específicos para crianças com EM; eles devem seguir o conselho acima para pessoas com EM

The following individuals were consulted in the development of this advice:

*MS neurologists

Professor Brenda Banwell, Chair of MSIF’s International Medical and Scientific Advisory Board – University of Pennsylvania, USA

Dr Fernando Hamuy Diaz de Bedoya, President of LACTRIMS – Universidad Nacional de Asuncion, Paraguay

Professor Andrew Chan – Bern University Hospital, Switzerland

Professor Jeffrey Cohen, President of ACTRIMS – Cleveland Clinic Mellen Center for Multiple Sclerosis, USA

Dr Jorge Correale, Deputy Chair of MSIF’s International Medical and Scientific Advisory Board – FLENI, Argentina

Professor Giancarlo Comi – Università Vita Salute San Raffaele, Italy

Professor Kazuo Fujihara, President of PACTRIMS – Fukushima Medical University School of Medicine, Japan

Professor Bernhard Hemmer, President of ECTRIMS – Technische Universität München, Germany

Dr Céline Louapre – Sorbonne Université, France

Professor Catherine Lubetzki – ICM, France

Professor Marco Salvetti – Sapienza University, Italy

Dr Joost Smolders – ErasmusMC, Netherlands

Professor Per Soelberg Sørensen – University of Copenhagen, Denmark

Professor Bassem Yamout, President of MENACTRIMS – American University of Beirut Medical Center, Lebanon

**MSIF member organisations

Dr Clare Walton, Nick Rijke, Victoria Gilbert, Peer Baneke – MS International Federation

Phillip Anderson – MS Society (UK)

Pedro Carrascal – Esclerosis Múltiple España (Spain)

Dr Tim Coetzee, Dr Doug Landsman, Julie Fiol – National MS Society (US)

Professor Judith Haas – Deutsche Multiple Sklerose Gesellschaft Bundesverband e.V (Germany)

Dr Kirstin Heutinck – Stichting MS Research (Netherlands)

Dr Pam Kanellis – MS Society of Canada

Nora Kriauzaitė – European MS Platform

Dr Marc Lutz – La Société suisse de la sclérose en plaques (Switzerland)

Marie Lynning – Scleroseforeningen (Denmark)

Dr Julia Morahan – MS Research Australia

Dr Emmanuelle Plassart-Schiess – ARSEP Fondation (France)

Dr Paola Zaratin – Associazione Italiana Sclerosi Multipla Onlus (Italy)

This statement was agreed on 13th March 2020

 

FONTE: http://abem.org.br/27253-2/

Coronavírus e Esclerose Múltipla

Vídeo super importante feito pelo médico neurologista Guilherme Sciascia do Olival, coordenador do centro de reabilitação da ABEM – Associação Brasileira de Esclerose Múltipla, falando sobre o coronavírus e se este possui alguma complicação para pessoas com Esclerose Múltipla

 

 

Vídeo pertencente à Associação Brasileira de Esclerose Múltipla – ABEM que atende pacientes de Esclerose Múltipla de todo o Brasil – site: http://abem.org.br/

Fonte do vídeo: http://www.instagram.com/p/B9kPFFsl5OQ/

FELIZ 2020! Bençãos!

“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,

a que se deu o nome de ano,

foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança,

fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar

e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação

e tudo começa outra vez, com outro número

e outra vontade de acreditar

que daqui para diante tudo vai ser diferente.

Para você, desejo o sonho realizado,

o amor esperado,

a esperança renovada.

Para você, desejo todas as cores desta vida,

todas as alegrias que puder sorrir,

todas as músicas que puder emocionar.

Para você, neste novo ano,

desejo que os amigos sejam mais cúmplices,

que sua família seja mais unida,

que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas…

Mas nada seria suficiente…

Então desejo apenas que você tenha muitos desejos,

desejos grandes.

E que eles possam mover você a cada minuto

ao rumo da sua felicidade.”

(Carlos Drummond de Andrade)

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Quadro pintado por Lais Sodré Kropf Soares